Resumo
Técnica disruptora de classificações estanques, a colagem permite o diálogo interartes tanto quanto incita uma leitura plural e predisposta ao novo. Estes pressupostos invadem a obra de Ana Hatherly, principalmente na sua fase experimentalista, que decorre entre os anos de 1960 e inÃcios dos anos de 1980. Percorrer a pintura e os livros criados pela autora no perÃodo de tempo indicado implica perceber-lhe a vocação para a intermedialidade, que também a colagem explicita, entre a vontade de inovação e a consciência do passado histórico e artÃstico.
