Sob o Paradigma do Blasfemo. Para quê Mundo se Há Poesia?
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Filipe, T. (2015). Sob o Paradigma do Blasfemo. Para quê Mundo se Há Poesia?. ELyra, (5). Retrieved from https://revistas.xyz/elyra1/index.php/revelyra/article/view/78

Abstract

O presente artigo procura articular a noção heideggeriana de poesia enquanto linguagem fundamental do ser com a questão pessoana, desenvolvida por Eduardo Lourenço, de explosão de identidade e simultaneamente perda de realidade e de mundo. A partir de uma meditação crítica sobre os conceitos envolvidos procuraremos mostrar o carácter ontológico da poesia enquanto forma originária de ser.
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